HOBBIT WEEKLY · Tradução completa
Quando pressionar no futebol de base? Os 5 sinais para ensinar aos seus jogadores!
Josselin Lebreton ↗Traduzido do francês
Para treinadoresTreine tanto a parada quanto o início: faça seus jogadores manterem a linha quando o adversário está com a cabeça levantada e tem opções de passe, e depois ensaie os cinco gatilhos na sua próxima sessão.
Você grita "Pressiona!" da beira do campo. Seu time avança… e a bola sai limpa, três jogadores batidos de uma vez. O problema não é a vontade dos seus jogadores. É que eles não sabem quando pressionar no futebol.
A resposta cabe em uma frase: pressiona-se quando um sinal permite. Um sinal é um momento preciso em que o adversário fica frágil: o controle dele foge, ele recebe de costas para o jogo, o passe é lento.
Neste artigo, você encontra 5 sinais concretos para ensinar aos seus jogadores, o caso em que não se deve ir de jeito nenhum, e um desafio para testar já neste fim de semana.
Para guardar: pressionar não é correr mais. É correr no momento certo, juntos.
Por que pressionar sem sinal não funciona
Uma pressão acionada ao acaso custa caro, e não só em energia.
- Ela esgota seus jogadores. Eles correm muito, por uma bola que quase nunca recuperam.
- Ela estica seu time. Um jogador sai, os outros ficam. Os espaços se abrem entre suas linhas.
- Ela oferece passes fáceis. O jogador pressionado encontra um companheiro livre, e você fica com um homem a menos atrás da bola.
- Ela desanima. De tanto correr por nada, os jogadores acabam não pressionando mais.
No campo, isso muitas vezes se traduz em um atacante que pressiona sozinho enquanto o meio-campo fica parado. Vejamos o exemplo de um grupo de U15: o 9 dispara em cima do defensor, ninguém acompanha, e a bola é jogada no espaço que ele acabou de deixar. O educador grita "Pressiona!". Mas ninguém sabe em que momento exato era para ir.
A solução não é gritar mais alto. É dar aos seus jogadores referências claras, sinais que eles possam ver e reconhecer juntos.
Quando pressionar no futebol: os 5 sinais em um relance
Estas cinco situações têm um ponto em comum: o adversário perde tempo, espaço ou visão. É aí que seu time pode ganhar terreno.
Sinal | O que acontece | Por que é o momento certo | Reflexo a transmitir
- A bola que se afasta | O controle foge do jogador | Ele precisa alcançar a bola antes de jogar | Saia quando a bola sai do pé dele
- O passe para trás | A bola volta para o gol deles | O bloco deles recua, o seu pode subir | Todo o time avança junto
- O jogador de costas para o jogo | Ele recebe sem ver o campo | Ele não vê nem você nem os companheiros | Chegue por trás, até o contato
- O pé fraco | Recepção com o pé ruim | Ele perde um tempo para se ajustar | Acelere durante o ajuste dele
- O passe fraco | Passe em arco ou sem velocidade | A bola demora a chegar | Saia enquanto a bola está no ar
Sinal 1: a bola que se afasta
O adversário controla, mas a bola foge do pé dele. Enquanto ele corre para alcançá-la, não pode nem passar, nem levantar a cabeça.
No campo, o educador pode observar o momento exato: a bola sai da zona de controle do jogador, e é aí que o pressionador parte. Nem um segundo antes. Sair cedo demais é ser eliminado por um jogador que mantém a bola perto de si.
O reflexo a ensinar: "Quando a bola sai do pé dele, eu parto."
Sinal 2: o passe para trás
A bola volta para o gol adversário. O bloco deles recua, o seu pode subir: você ganha terreno sem correr atrás da bola.
É o sinal coletivo por excelência. Concretamente, no seu treino, peça aos seus jogadores que parem em cada passe para trás para verificar: todo o time avançou ao mesmo tempo? Se um único jogador sobe, o sinal não serve para nada.
O reflexo a ensinar: "Bola para trás, avançamos todos juntos."
Sinal 3: o jogador de costas para o jogo
Ele recebe a bola de costas. Não vê nem a sua posição, nem a dos companheiros: é o momento mais frágil dele.
Um erro frequente é pressionar de frente, onde ele pode ver você chegando. Melhor se aproximar por trás, rápido, até o contato. Em um grupo de U13, você pode ilustrar de forma simples: um jogador recebe um passe de costas para o gol, o pressionador deve tocá-lo antes que ele se vire.
O reflexo a ensinar: "Ele está de costas para mim, eu vou."
Sinal 4: o pé fraco
A bola chega no pé ruim do adversário, ou do lado ruim. Ele hesita, reposiciona o corpo e perde um tempo. Esse tempo é a sua vantagem.
O educador pode então observar um detalhe precioso: os jogadores que pressionam bem aceleram durante o ajuste do adversário, não depois. Quando esperam que o jogador tenha colocado a bola no pé bom, já é tarde demais.
O reflexo a ensinar: "Ele está com a bola no pé ruim, eu acelero."
Sinal 5: o passe fraco
Um passe em arco ou sem velocidade dá tempo de chegar. A bola viaja, seu jogador avança. Ele pressiona a bola antes de pressionar o jogador.
Esse é o sinal mais fácil de identificar para jogadores jovens, porque dá para ver de longe. Em campo, isso pode se traduzir por uma palavra simples que a equipe aprende a gritar, por exemplo "Alto!" assim que um passe sobe no ar. A palavra dispara a partida de todos ao mesmo tempo.
O reflexo a ensinar: "A bola está no ar, eu parto."
Sem sinal, sem pressing
É a regra que muda tudo. Aprender a pressionar é também aprender a não pressionar.
Seus jogadores devem manter a linha quando:
- o adversário está com a cabeça levantada e várias soluções de passe;
- o jogador é o único querendo ir;
- a equipe está esticada atrás dele.
Nesses casos, pressionar sozinho equivale a oferecer mais um passe ao adversário. O bom reflexo é se reposicionar, fechar os ângulos e esperar o próximo sinal. Muitos educadores esquecem essa segunda aprendizagem, embora ela proteja a equipe tanto quanto a primeira.
Os erros frequentes quando se aprende a pressionar
- Gritar "Pressionem!" sem explicar quando. Os jogadores executam, mas não entendem.
- Pressionar sozinho. O pressing é um gesto coletivo: se um jogador parte, os outros devem seguir.
- Partir cedo demais. Correr antes do sinal é levar drible.
- Aprender os cinco sinais de uma vez. Melhor dominar um antes de passar para o próximo.
- Nunca falar do "não". Sem a regra "sem sinal, sem pressing", a equipe pressiona o tempo todo ou nunca.
- Escolha um único sinal por sessão. Comece pelo mais visível: o passe fraco ou a bola que se afasta.
- Mostre-o parado. Posicione os jogadores, faça a situação acontecer em câmera lenta e pergunte: "O que você vê?"
- Dê uma palavra-chave. Uma palavra curta que a equipe grita quando o sinal aparece.
- Torne-o coletivo. Imponha que todos os jogadores envolvidos avancem ao mesmo tempo.
- Jogue em situação. Em um jogo reduzido, o pressing só é permitido no sinal anunciado.
- Termine com uma troca. Pergunte aos jogadores: "Qual sinal vocês viram, e o que aconteceu?"
O objetivo não é recitar uma lista, mas desenvolver o olhar: seus jogadores aprendem a ler o jogo antes de agir.
O desafio para testar neste fim de semana
Não precisa mudar tudo. Aqui vai um teste simples:
- Antes da partida: anuncie um único sinal à equipe.
- Durante a partida: observe quantas vezes o sinal aparece e o que seus jogadores fazem.
- No intervalo: pergunte "Quem viu?" e deixe os jogadores responderem.
Você verá rápido se sua equipe identifica o sinal, o perde, ou o vê sem reagir. É uma informação preciosa para construir a continuação do seu trabalho.
A partir de que idade se pode ensinar esses sinais?
Os sinais mais visíveis (bola que se afasta, passe fraco) podem ser trabalhados desde as categorias em que os jogadores jogam em equipe organizada, por exemplo a partir do Sub-11. É preciso adaptar o vocabulário e apresentar apenas um sinal por vez. Os outros exigem mais leitura do jogo e são abordados mais tarde.
É preciso pressionar durante toda a partida?
Não. Um pressing permanente esgota a equipe. A ideia é pressionar quando o sinal aparece, e se reposicionar no resto do tempo.
O que fazer se meus jogadores pressionam cada um por si?
Volte ao coletivo: uma palavra-chave comum, e um jogo reduzido em que o pressing só é permitido se vários jogadores avançarem juntos.
Quanto tempo para a equipe assimilar um sinal?
Depende do grupo e da regularidade do trabalho. Melhor alguns minutos em cada sessão do que uma única sessão longa e isolada.
Um jogador perde o sinal com frequência. O que fazer?
Faça a pergunta em vez de dar a resposta: "O que você viu logo antes?". Ele aprende a observar por si mesmo.
Conclusão: pressionar é, antes de tudo, aprender a ver
Saber quando pressionar no futebol de base não é uma questão de intensidade. É uma questão de leitura. Cinco sinais, uma palavra-chave para disparar, e a regra "sem sinal, sem pressing": eis o suficiente para dar aos seus jogadores referências de verdade.
Uma pergunta para você: qual sinal seus jogadores perdem com mais frequência?
josselinlebretoneducateur.com
Traduzido na íntegra por IA para que os treinadores leiam no seu idioma. Os direitos continuam com o autor e o veículo original; para qualquer detalhe importante, consulte o original.
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